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Call for Applications for 20 Freelance Journalists: Connected Media, Informed Citizens – Cooperation in Fighting Against Disinformation in Southern Africa

18 Sep, 2026
This post was broadcasted from MISA Regional.
Closing date September 25th 2026 at 11.59 p.m. (GMT + 1).

1. Why apply?

Information ecosystems today are facing major challenges: the rapid spread of disinformation, growing distrust toward information sources, shifting audience habits, and increasing competition from digital and social media platforms.
We are looking for media outlets committed to promoting information integrity and willing to strengthen their capacity to prevent, identify and respond to disinformation. Particular attention will be given to media capable of reaching young audiences and communities especially exposed to disinformation risks.
Beyond capacity-building activities, this programme offers an opportunity to join a regional dynamic alongside other media organizations across Southern Africa, share experiences and good practices, and contribute collectively to strengthening media resilience in the region.

2. Project Presentation

CFI, the French Media Development Agency, in partnership with Media Institute for Southern Africa (MISA) with the support and funding of French diplomacy is implementing the Connected Media, Informed Citizens project which aims to strengthen the resilience of information ecosystems. The project will work with media outlets and journalists in Malawi, Mozambique, Zambia and Zimbabwe to support and strengthen their capacities to adress disinformation mechanisms in Southern Africa.

  • Context

The digital information ecosystem in Southern Africa is rapidly transforming. While increased connectivity has empowered citizens, it has also facilitated the spread of misinformation (unintentional false information) and disinformation (deliberate, malicious falsehoods). Misinformation affects all aspects of daily life (political, social, educational, health, environmental, cultural, etc.) and is a major factor of instability in a growing number of countries.
The massive circulation of untruths or distorted information among populations can be harmful and pollutes public debate, undermines social cohesion, weakens checks and balances, engenders irrational fears.
It can  also ultimately lead to violence, particularly during election periods. This should also be viewed in the context of the enactment of  cyber-security laws that criminalise the publication of false information.
These laws that impact on freedom of expression, media freedom and citizens’ right to access to information, have at times been used to muzzle independent investigative journalism that fosters accountable governance  and transparency.

  • Objectives

The initiative responds to the growing threat of misinformation amplified by social media, which undermines public debate, social cohesion, and democratic processes. The project targets both media professionals and young people, recognising their pivotal roles in information dissemination and consumption.
It is structured around two main components:
– (1) building the capacity of media organizations and community radio to identify, verify, and counter disinformation
– (2) promoting media and information literacy (MIL) among youth to foster critical thinking and responsible digital citizenship.

3. Expected commitment from selected media outlets

  • ensure regular participation in project activities during the duration of the project
  • support the dissemination of acquired practices within their newsroom.

4. Eligibility

  • freelance journalists working in any medium or multiple media (print, online, radio or television).
  • freelance journalists with at least two years of professional experience.
  • Freelance journalists based in Malawi, Mozambique, Zambia or Zimbabwe.
  • commitment to supporting and promoting information integrity against disinformation through verified and fact-checked professional journalism

5. Selection Procedure

Interested freelance journalists can express interest in participating by filling out the online form.
Shortlisted journalists may be contacted for additional discussions or clarification during the selection process.

Closing date September 25th 2026 at 11.59 p.m. (GMT + 1).

For any queries, please contact: camille.soulier@cfi.fr and nqaba@misa.org

  • Documents to be Submitted
  • Please upload your CV

 

1. Porquê candidatar-se?

Os ecossistemas de informação enfrentam atualmente grandes desafios: a rápida disseminação da desinformação, a crescente desconfiança em relação às fontes de informação, a evolução dos hábitos de consumo de informação e a concorrência crescente das plataformas digitais e das redes sociais.
Procuramos órgãos de comunicação social empenhados na promoção da integridade da informação e dispostos a reforçar a sua capacidade de prevenir, identificar e responder à desinformação. Será dada especial atenção aos meios de comunicação capazes de alcançar públicos jovens e comunidades particularmente expostas aos riscos da desinformação.
Para além das atividades de capacitação, este programa oferece a oportunidade de integrar uma dinâmica regional ao lado de outros meios de comunicação da África Austral, partilhar experiências e boas práticas e contribuir coletivamente para o reforço da resiliência dos meios de comunicação na região.

2. Apresentação do Projeto

A CFI, Agência Francesa de Desenvolvimento dos Media, em parceria com o Media Institute for Southern Africa (MISA), com o apoio e financiamento da diplomacia francesa, está a implementar o projeto Connected Media, Informed Citizens, que visa reforçar a resiliência dos ecossistemas de informação. O projeto trabalhará com meios de comunicação social e jornalistas no Malawi, Moçambique, Zâmbia e Zimbabwe para apoiar e reforçar as suas capacidades de combate aos mecanismos de desinformação na África Austral.

Contexto

O ecossistema digital de informação na África Austral está a transformar-se rapidamente. Embora o aumento da conectividade tenha fortalecido os cidadãos, também facilitou a propagação da informação incorreta (misinformation – informação falsa partilhada sem intenção de enganar) e da desinformação (disinformation – informação falsa deliberadamente criada para enganar).
Atualmente, a desinformação afeta todos os aspetos da vida quotidiana (político, social, educativo, saúde, ambiente, cultura, entre outros) e constitui um importante fator de instabilidade num número crescente de países. A circulação massiva de informações falsas ou distorcidas entre as populações contribui para a disseminação do ceticismo, prejudica o debate público, enfraquece a coesão social, fragiliza os mecanismos de controlo democrático, gera receios irracionais e pode, em última instância, conduzir à violência, particularmente em períodos eleitorais.
Pode ainda conduzir à violência, particularmente durante períodos eleitorais.
Esta realidade deve também ser analisada no contexto da adoção de leis de cibersegurança que criminalizam a publicação de informações falsas.
Estas leis, que têm impacto na liberdade de expressão, na liberdade de imprensa e no direito dos cidadãos ao acesso à informação, têm sido por vezes utilizadas para limitar o jornalismo de investigação independente, essencial para promover a boa governação, a responsabilização e a transparência.

Objetivos

A iniciativa responde à crescente ameaça da informação incorreta e da desinformação amplificadas pelas redes sociais, que comprometem o debate público, a coesão social e os processos democráticos. O projeto tem como público-alvo tanto os profissionais dos media como os jovens, reconhecendo o papel fundamental que desempenham na produção, disseminação e consumo de informação.
A iniciativa está estruturada em torno de duas componentes principais:

  1. Reforçar as capacidades dos jornalistas para identificar, verificar e combater a desinformação.
  2. Promover a Literacia Mediática e Informacional (LMI) junto dos jovens, incentivando o pensamento crítico e uma cidadania digital responsável.

3. Compromissos Esperados dos Jornalistas Selecionados

Os jornalistas selecionados deverão:

  • Garantir a participação regular nas atividades do projeto durante toda a sua duração.
  • Apoiar a disseminação, na sua rede profissional e junto dos seus pares, das práticas e conhecimentos adquiridos no âmbito do projeto.

4. Critérios de Elegibilidade

Podem candidatar-se:

  • Jornalistas freelancers que trabalhem em qualquer tipo de meio de comunicação ou em vários meios simultaneamente (imprensa escrita, online, rádio ou televisão).
  • Jornalistas freelancers com, pelo menos, dois anos de experiência profissional.
  • Jornalistas freelancers sediados no Malawi, Moçambique, Zâmbia ou Zimbabwe.
  • Profissionais comprometidos com a promoção da integridade da informação e com o combate à desinformação através de um jornalismo profissional, verificado e baseado na verificação rigorosa dos factos.

5. Procedimento de Seleção

Os jornalistas freelancers interessados podem manifestar o seu interesse em participar preenchendo o formulário online.
Os candidatos pré-selecionados poderão ser contactados para esclarecimentos adicionais ou para uma breve entrevista durante o processo de seleção.

Prazo limite para candidaturas: 25/9/2026 às 23h59 (GMT+1).

Para quaisquer questões, contacte: camille.soulier@cfi.fr e nqaba@misa.org

6. Documentos a Submeter

  • Curriculum Vitae (CV) a carregar na plataforma de candidatura.

About MISA

The Media Institute of Southern Africa (MISA) was founded in 1992. Its work focuses on promoting, and advocating for, the unhindered enjoyment of freedom of expression, access to information and a free, independent, diverse and pluralistic media.

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